Artigo

Nas ruas combatendo o vírus e o parasita

Postado dia: 22/06/2021 - 00:00

Dias 29 de maio e 19 de junho de 2021 milhões de pessoas se manifestaram em suas residencias ou na ruas em defesa da vida, no combate a covid-19 e ao parasita que se instalou no palácio do planalto. São mais de 500 mil mortes que poderiam ser evitadas. O governo federal desenvolveu uma politica institucional e proposital de propagação do vírus , um crime contra a humanidade que precisa ser barrado e julgado.

A sanha destrutiva do parasita continua e só será interrompida com a mobilização social. As manifestações de rua se tornaram inevitáveis. Diferentemente dos atos negacionistas que não seguem as orientações da organização mundial da saúde, provocam mortes e tem tido pouca participação, o grito pela vida teve ampla presença popular, ecoou em todos os estados e em centenas de cidades, seguindo as orientações da ciência, usando máscara, defendendo a vida, vacina, ajuda emergencial, democracia e o impeachment do presidente Bolsonaro. 

O Pais já não suporta mais tanta perversidade, o presidente da república desde o início da pandemia continua com a mesma postura, mais recentemente em 10/06/21 solicitou um parecer do Ministro da Saúde Marcelo Queiroga com objetivo de desobrigar o uso de máscara para os que já se vacinaram e aqueles que já contraíram a covid-19. Notícia publica no Correio Brasiliense de 19/06/21 registra que o Ministro Queiroga pretende encerrar contratos de compra da coronavac, onde até abril era a única vacina disponível no país

Para o epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, em entrevista à TV 247, 18/06/21, o governo Bolsonaro é responsável por 80 % das mortes pela Covid-19 no Brasil. O total descaso do governo federal com as medidas preventivas e a insistência em sabotar a vacinação tem provocado milhares de perdas humanas. Para se ter uma ideia Pfizer durante 6 meses ofereceu vacinas através de 101 e-mail ignorados pelo governo brasileiro. 

Diante eda situação trágica por que passa o Brasil, não resta outra alternativa a não ser ocupar as ruas pela preservação da vida e como expressa a mensagem “ se o povo vai as ruas na pandemia é porque o governo é mais perigoso do que o virus”. Assim a mobilização se intensifica em defesa da vida e no combate ao parasita que vem destruindo o país e vidas humanas.

 

*Álvaro Gomes é diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia e presidente do IAPAZ