Sindicato vai de Chapa 2 na Previ
A proximidade da votação reforça a necessidade de mobilização.
A proximidade da votação reforça a necessidade de mobilização.
O avanço da Inteligência Artificial no sistema financeiro brasileiro provoca impactos diretos sobre o emprego.
Nesta quarta-feira (08/04), às 18h, acontece o arbitral, no Ginásio dos Bancários.
O Brasil deve gastar cerca de R$ 1 trilhão por ano apenas com juros da dívida pública.
Mais do que um gesto cultural, a manifestação é uma resposta direta à lentidão do Estado brasileiro. Lideranças entregaram documentos ao governo federal reconhecendo avanços pontuais, mas cobrando urgência na demarcação de terras e proteção efetiva dos territórios, diante do aumento de invasões, violência e criminalização dos povos indígenas.
A violência de Estado no Brasil não pode ser tratada como desvio ou exceção: é parte estruturante de um modelo histórico de controle social. Conforme análise publicada pelo portal Vermelho, a lógica da repressão se sustenta na construção do chamado “inimigo interno”, consolidada durante a ditadura militar e mantida até hoje nas políticas de segurança pública.
O dado mais revelador está no perfil de quem sustenta esses lares: mais de 96% das famílias beneficiadas são chefiadas por mulheres.
A violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil é um problema grave e persistente, que reflete desigualdades históricas, preconceito estrutural e falhas na proteção social. Mesmo com avanços legais importantes, como a criminalização da LGBTfobia pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2019, a realidade cotidiana ainda é marcada por agressões físicas, psicológicas e simbólicas.
A Caixa Cultural recebe, de 17 a 19 de abril, o espetáculo Amar e Mudar as Coisas – Belchior 80, estrelado por Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros. Pela primeira vez na Bahia, a montagem é inspirada nos versos que dão título ao álbum Alucinação (1976).