Fechamento de agências ofensivo
Além do impacto direto para a população, como denuncia o movimento sindical, o fechamento das unidades afeta a economia. Agências bancárias costumam movimentar o comércio do entorno e garantir circulação de dinheiro nas cidades. Sem o serviço, comerciantes e trabalhadores informais enfrentam mais obstáculos para realizar depósitos, pagamentos e transações do dia a dia.
Por Rose Lima
O fechamento de agências do Itaú corre acelerado, apesar das constantes manifestações do movimento sindical. Este, inclusive, foi um dos alertas feito pelos diretores do Sindicato dos Bancários e da Federação da Bahia e Sergipe, em manifestação realizada nesta quinta-feira (12/03), na agência Barra, prevista para encerrar as atividades na terça-feira, juntamente com as unidades de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, e Camaçari.
Os moradores da Ilha de Itaparica e de Bom Jesus da Lapa também vão ficar sem o serviço bancário a partir deste mês. Para fazer operação, terão de se virar nos 30, como diz o ditado popular. O presidente do Sindicato, Elder Perez, lembrou que uma norma do BC obriga os bancos a garantir atendimento presencial a quem desejar”.
A diretora da Federação e representante dos funcionários na COE Itaú, Luciana Dórea, falou da importância da unidade para os mais de 7 mil clientes. “O banco escancara a falta de respeito com os trabalhadores e os clientes. Estamos denunciando o descaso, principalmente com as pessoas idosas”.
Além do impacto direto para a população, como denuncia o movimento sindical, o fechamento das unidades afeta a economia. Agências bancárias costumam movimentar o comércio do entorno e garantir circulação de dinheiro nas cidades. Sem o serviço, comerciantes e trabalhadores informais enfrentam mais obstáculos para realizar depósitos, pagamentos e transações do dia a dia.
