Memorial da Covid preserva memória das vítimas

A iniciativa busca preservar a memória coletiva da tragédia sanitária, além de reforçar a importância da ciência, da vacinação e do SUS (Sistema Único de Saúde) no enfrentamento da crise.

Por Caio Ribeiro

O governo federal inaugurou o Memorial da Pandemia em homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19 no Brasil. O espaço foi aberto no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial da Saúde, marcando também a reabertura do local após obras de recuperação.

 

A iniciativa busca preservar a memória coletiva da tragédia sanitária, além de reforçar a importância da ciência, da vacinação e do SUS (Sistema Único de Saúde) no enfrentamento da crise. O memorial reúne instalações com os nomes das vítimas, monumentos e espaços educativos voltados à conscientização da população.

 

Durante a cerimônia, o ministro da Saúde destacou que o país viveu não apenas uma crise sanitária, mas também um período marcado pela desinformação e pelo negacionismo, fatores que contribuíram para o agravamento da pandemia. A proposta do memorial é justamente evitar que erros do passado se repitam. 

 

Além da homenagem, o espaço também se propõe a olhar para o futuro, incentivando a preparação do Brasil para novas emergências de saúde pública e valorizando o papel dos profissionais e da informação de qualidade na defesa da vida.