Lula defende a soberania nacional no G7
O pronunciamento do presidente ocorreu diante de líderes mundiais, entre eles o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dias após o líder estadunidense oficializar a classificação das facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas, em uma clara agressão à soberania brasileira.
Por Juliana Ambrozi
A declaração do presidente Lula, nesta terça-feira (16/06), na Cúpula do G7, em Évian, na França, de que o combate ao crime organizado não pode violentar a soberania dos países, reafirma não só o posicionamento do governo brasileiro, mas também dos movimentos sociais, inclusive sindical, como é o caso do Sindicato dos Bancários da Bahia.
O pronunciamento do presidente ocorreu diante de líderes mundiais, entre eles o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dias após o líder estadunidense oficializar a classificação das facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas, em uma clara agressão à soberania brasileira.
“Esse esforço [contra o crime organizado] deve levar em conta o respeito à soberania dos Estados. A Declaração de Líderes do G7 sobre o combate ao tráfico de drogas é um passo positivo. Mas, o enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas", afirmou o presidente brasileiro.


