Caixa bate recorde e fortalece acesso à casa própria
O crescimento de 15% em 12 meses e de 4% no trimestre mostra a força da Caixa e, sobretudo, como o governo Lula vem ampliando as condições para que milhões de brasileiros, especialmente os mais pobres, possam conquistar o direito à casa própria. É o resultado de uma política que aposta no papel do Estado, na democracia social e na soberania nacional.
Por Julia Portela
Mais do que um número histórico, o recorde de R$ 1 trilhão na carteira de crédito imobiliário da Caixa, alcançado no segundo trimestre deste ano, revela os efeitos de uma política que devolve o banco público para o centro do desenvolvimento do país.
O crescimento de 15% em 12 meses e de 4% no trimestre mostra a força da Caixa e, sobretudo, como o governo Lula vem ampliando as condições para que milhões de brasileiros, especialmente os mais pobres, possam conquistar o direito à casa própria. É o resultado de uma política que aposta no papel do Estado, na democracia social e na soberania nacional.
O crédito imobiliário já representa 69,4% da carteira total da Caixa, que chegou a R$ 1,448 trilhão, crescimento de 11,9% em um ano. O banco público responde ainda por 67,7% do crédito imobiliário ofertado no país. O FGTS financiou 61,5% das operações habitacionais da Caixa, alcançando R$ 618 bilhões, alta de 18% em um ano. Já os financiamentos com recursos próprios do banco chegaram a R$ 387 bilhões, crescimento de 10,2%, impulsionados pelo aumento de 3,9% nos depósitos de poupança, que somaram R$ 405,6 bilhões, e pelo avanço de 21,8% nas LCIs, totalizando R$ 271 bilhões.
O resultado reforça que banco público forte é instrumento de transformação social. Quando a Caixa é colocada a serviço da população, o crédito financia moradia, movimenta a economia e reduz desigualdades. O recorde também reafirma a importância de preservar o caráter público da instituição e valorizar os empregados que fazem essa política acontecer todos os dias, na contramão da lógica ultraliberal que transforma bancos em instrumentos de lucro e trata direitos como custo.


