A democracia social e o compromisso com o emprego 

Investir na geração de emprego, para ampliar a renda e a mobilidade social, é uma das prioridades do governo Lula. Em um país tão desigual, esta é uma das formas de reduzir a distância da pirâmide da sociedade. E é o que tem sido feito. Em abril, o Brasil gerou 85.888 novos postos de trabalho formais. 

Por Ana Beatriz Leal

Investir na geração de emprego, para ampliar a renda e a mobilidade social, é uma das prioridades do governo Lula. Em um país tão desigual, esta é uma das formas de reduzir a distância da pirâmide da sociedade. E é o que tem sido feito. Em abril, o Brasil gerou 85.888 novos postos de trabalho formais. 
 

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), mostram que o saldo é fruto de 2,26 milhões de admissões e 2,18 milhões de desligamentos.
 

No acumulado de 2026, de janeiro a abril deste ano, foram criadas 699.762 novas vagas formais, alta de 1,5% em relação ao estoque de dezembro 2025. Observados os últimos 12 meses (maio de 2025 a abril de 2026), o saldo é de 1.059.860 empregos com carteira assinada.
 

As cinco regiões do Brasil tiveram desempenho positivo. Destaque para o Sudeste, com 44,5 mil postos. Nordeste vem logo em seguida, com 18,7 mil, e o Centro-Oeste (10,8 mil). O Norte apresentou saldo positivo de 6,6 mil empregos, enquanto a Sul foi de 4,4 mil. Maior empregabilidade e dignidade para o povo.