Fraudes financeira sobem e chegam a 9 milhões
Foram 9 milhões de ocorrências entre casos suspeitos e confirmados, de janeiro a julho. No segundo semestre do ano passado foram 8,26 milhões de registros.
Por Ana Beatriz Leal
Com o avanço da tecnologia, aumentam os riscos de golpes virtuais. Os criminosos estão cada vez mais antenados e especializados, muito mais, às vezes, do que as empresas. Os bancos, que cobram uma “fortuna” de tarifas, costumam pecar neste assunto. Tanto é que o número de indícios de fraudes financeiras no Brasil subiu 10,26% nos seis primeiros meses deste ano.
Foram 9 milhões de ocorrências entre casos suspeitos e confirmados, de janeiro a julho. No segundo semestre do ano passado foram 8,26 milhões de registros. As informações são do levantamento da Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito.
Segundo a pesquisa, 78% das fraudes ocorreram através de celulares; 94% envolveram contas correntes; 85% utilizaram o Pix para movimentação dos recursos; 40% dos casos tiveram origem em golpes de engenharia social; e 3,1 milhões de pessoas foram vítimas no período, das quais 799 mil sofreram cibercrimes duas vezes ou mais.


