Santander nega questões econômicas e avalia demandas sindicais
Os debates sobre a minuta específica do Santander voltam no dia 19 de agosto, quando o tema principal da negociação será o PPRS (Programa Próprio de Remuneração Santander).
Por Ana Beatriz Leal
O Santander negou, durante a quarta rodada de negociação específica da campanha salarial, avanços nas reivindicações econômicas, como a criação de um auxílio mobilidade/combustível, por meio de cartão destinado ao custeio de despesas com transporte, combustível e estacionamento.
Na reunião desta quarta-feira (12/08), a COE (Comissão de Organização dos Empregados) também solicitou o custeio integral das certificações e atualizações da Anbima, além de apoio financeiro para cursos de atualização, extensão, congressos e seminários e a criação de uma bolsa de férias.
Sobre as certificações, o Santander informou que já realiza o pagamento aos funcionários de cargos elegíveis que obtêm aprovação nas provas. No que diz respeito às possíveis mudanças nas regras da Anbima, a empresa disse que vai avaliar depois da oficialização das novas normas.
Em relação à liberação do acesso dos dirigentes sindicais aos canais internos do banco, o Santander ficou de avaliar a possibilidade técnica para tal ou a ampliação dos limites do portal de Pessoas.
A COE também quer o fornecimento periódico de informações funcionais e da negociação prévia em processos de reorganização ou reestruturação do banco.
O diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, participou da rodada de negociação, e informou que ainda foram debatidas a manutenção e o aprimoramento das regras para acesso das entidades sindicais aos locais de trabalho e aos trabalhadores do presencial e do teletrabalho, além de incentivo à sindicalização.
Os debates sobre a minuta específica do Santander voltam no dia 19 de agosto, quando o tema principal da negociação será o PPRS (Programa Próprio de Remuneração Santander).


