Brasil cria 228 mil vagas. Carteira assinada para o povo
Apesar do discurso da extrema direita e do setor empresarial, que infelizmente tem ganhado espaço na geração Z, de que emprego de carteira assinada está “fora de moda”, os dados do Caged evidenciam que fora das redes o mundo é outro. O Brasil gerou 228,2 mil vagas de trabalho formal em março.
Por Ana Beatriz Leal
Apesar do discurso da extrema direita e do setor empresarial, que infelizmente tem ganhado espaço na geração Z, de que emprego de carteira assinada está “fora de moda”, os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) evidenciam que fora das redes o mundo é outro. O Brasil gerou 228,2 mil vagas de trabalho formal em março.
O esforço da democracia social que, diferentemente dos ultraliberais, voltam o olhar para o desenvolvimento nacional, geração de emprego, renda e bem-estar social, resultou em um aumento significativo, se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 79 mil vagas.
O resultado, inclusive, ficou acima do esperado. Pesquisa da agência Reuters apontava a criação líquida de 150 postos. Números que corroboram com outro levantamento, da CNI (Confederação Nacional da Indústria), de que mais de um terço (36,3%) das pessoas ocupadas prefere o modelo formal regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
No mês de março, o Brasil registrou 2,5 milhões de contratações e 2,2 milhões de desligamentos. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo foi de 1,1 milhão de empregos formais criados, que somaram 49 milhões de vínculos.
O setor com maior número absoluto de novos postos foi o de serviços, com 152 mil vagas, seguido pela construção civil, com mais 38,3 mil, e indústria, com 28,3 mil. Já a agropecuária foi a única a registrar saldo negativo, com menos 18 mil empregos.


