Brasil, 10,1 milhões de empregos para o povo

Dos 10,1 milhões de novos empregos gerados no governo Lula, 5,8 milhões beneficiaram as mulheres, enquanto 4,3 milhões os homens.

Por Ana Beatriz Leal

Ao contrário do cenário de carestia e desemprego recorde no governo Bolsonaro - foram 14,8 milhões de brasileiros desocupados –, com o presidente Lula, desde janeiro de 2023, início do terceiro mandato, até junho deste ano, o Brasil gerou 10,1 milhões de novos empregos formais. Do total, 5,35 milhões de celetistas e 4,75 milhões de agentes públicos.
 

Dos 10,1 milhões de novos empregos gerados no governo Lula, 5,8 milhões beneficiaram as mulheres, enquanto 4,3 milhões os homens. Atualmente, o total de empregados chega a 62.891.209, dos quais 33,7 milhões ocupados pelo sexo masculino e 29,2 milhões para o feminino. Em junho, o rendimento médio do trabalhador formal ficou em R$ 4.389,49. 
 

No recorte por regiões, destaque para o Sudeste, com 3,8 milhões de novos postos (alta de 14,6%), e o Nordeste, com 2,7 milhões de vagas (elevação de 27,6%). O maior crescimento percentual foi no Centro-Oeste, com 1,4 milhão (28,6% a mais).
 

O movimento sindical defende que a geração de emprego deve vir acompanhada de proteção aos direitos trabalhistas, principalmente pela onda de pejotização que vive o país. O mundo do trabalho também precisa mudar. Um dos passos importantes é a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse ter encaminhado à comissão responsável, nesta sexta-feira (14/08).