Democracia e soberania no 7 de setembro
É preciso refletir sobre a independência brasileira a partir das condições de vida da população, do direito à participação política e da defesa de uma sociedade mais justa, solidária, plural e fraterna. Elementos que têm relação direta com a escolha dos governantes brasileiros.
Por Ana Beatriz Leal
Em um momento quando a democracia e a soberania precisam ser reafirmadas, diante dos ataques da extrema direita bolsonarista e da idolatria a Donald Trump, presidente dos EUA, o Grito dos Excluídos, na segunda-feira, dia 7 de setembro, é mais uma oportunidade das forças progressistas lembrarem aos desavisados que o Brasil é dos brasileiros. Em Salvador, o ato começa às 9h, com concentração no Campo Grande.
Na 32ª edição, o Grito dos Excluídos, cujo tema permanente é “Vida em Primeiro Lugar!”, este ano tem como lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.
É preciso refletir sobre a independência brasileira a partir das condições de vida da população, do direito à participação política e da defesa de uma sociedade mais justa, solidária, plural e fraterna. Elementos que têm relação direta com a escolha dos governantes brasileiros.
As eleições de outubro próximo exigem da sociedade reflexão e atenção sobre o futuro do Brasil e que tipo de nação deve ser preservada e desenvolvida. Escolher um projeto de país mais alinhado com as reais necessidades da população é imperioso.


