Brasil da comida na mesa, em nível histórico 

O governo Lula prometeu tirar o país do Mapa da Fome até 2026 e cumpriu. Está aí uma prova de que, quando o compromisso é com o bem-estar da população, os resultados são outros. Cabe à sociedade refletir que tipo de projeto quer no futuro, se o ultraliberalismo fascinazista de Bolsonaro, que faz os brasileiros disputarem ossos de galinha para enganar a fome, ou a democracia social de Lula, que coloca comida na mesa. 

Por Ana Beatriz Leal

Uma notícia que confirma os esforços da democracia social para mudar a realidade do povo brasileiro e deixar a direita ainda mais invejada, em polvorosa, diante da proximidade das eleições gerais de outubro. O Brasil segue fora do Mapa da Fome e, mais do que isto, registrou uma queda histórica na taxa de insegurança alimentar severa no triênio 2023-2025, que ficou em 0,6%. 
 

O resultado integra uma trajetória contínua de queda. O índice estava em 6,6% no triênio 2021-2023 e caiu para 3,4% no período 2022-2024, até atingir os atuais 0,6%.
 

O governo Lula prometeu tirar o país do Mapa da Fome até 2026 e cumpriu. Está aí uma prova de que, quando o compromisso é com o bem-estar da população, os resultados são outros. Cabe à sociedade refletir que tipo de projeto quer no futuro, se o ultraliberalismo fascinazista de Bolsonaro, que faz os brasileiros disputarem ossos de galinha para enganar a fome, ou a democracia social de Lula, que coloca comida na mesa. 
 

De acordo com o relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026” (SOFI, na sigla em inglês), divulgado pela FAO-ONU (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o país manteve abaixo de 2,5% a proporção da população que não tem renda suficiente para consumir a quantidade mínima de calorias para uma vida saudável. 
 

O percentual de pessoas que não podem arcar com os custos de uma alimentação saudável também recuou. Saiu de 24,1% no triênio encerrado em 2023, para 21,1% no triênio encerrado em 2025. 
 

Além disto, o custo da dieta saudável no Brasil foi de US$ PPC 4,89 (dólares em Paridade do Poder de Compra) por pessoa ao dia, abaixo da média da América do Sul (US$ 4,94) e da América Latina e Caribe (US$ 4,91).
 

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome atribuiu o desempenho positivo no combate à fome à melhoria dos indicadores macroeconômicos. O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil registrou expansão no triênio, com elevações de 3,2% em 2023, 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025. 
 

Em paralelo, o mercado de trabalho aqueceu, com a taxa de desemprego de 5,6% em 2025. No período, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita atingiu R$ 2.264,00, maior patamar da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 2012.