Pressão social cresce pelo fim da escala 6x1
A pressão popular nas ruas é decisiva para impedir o adiamento das propostas e garantir avanços concretos na luta pela redução da jornada. Atualmente, tramitam no Congresso o projeto que propõe o fim da escala 6x1, com jornada de no máximo 40 horas e dois dias de descanso.
Por Caio Ribeiro
As manifestações pelo fim da escala 6x1 mobilizaram pessoas em diversas cidades brasileiras no domingo (24/05), reunindo centrais sindicais, movimentos populares e entidades de classe em atos públicos, caminhadas, panfletagens e debates. As mobilizações ocorreram em capitais como Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Fortaleza, reforçando a pressão sobre o Congresso Nacional para avançar com propostas que garantam jornadas mais humanas e melhores condições de vida para a classe trabalhadora.
Em Salvador, o ato reuniu dirigentes sindicais, trabalhadores, movimentos sociais e lideranças políticas em defesa do fim da escala 6x1. Durante a mobilização, os participantes denunciaram os impactos da jornada exaustiva na saúde física e mental e defenderam a redução da carga horária semanal como medida fundamental para garantir qualidade de vida, convivência familiar e dignidade no trabalho.
A pressão popular nas ruas é decisiva para impedir o adiamento das propostas e garantir avanços concretos na luta pela redução da jornada. Atualmente, tramitam no Congresso o projeto que propõe o fim da escala 6x1, com jornada de no máximo 40 horas e dois dias de descanso e sem redução salarial e o texto que estabelece a implementação da semana de 4 dias de trabalho.


