Proposta para recompor reservas da Cassi

Nesta terça-feira (09/06), em mais uma rodada, foi reforçada a necessidade de recompor as reservas obrigatórias, a fim de evitar problemas no curto prazo.

Por Ana Beatriz Leal

As entidades que representam os funcionários do Banco do Brasil buscam alternativas para garantir a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados da Cassi. Para tanto, seguem em negociação com o BB. Nesta terça-feira (09/06), em mais uma rodada, foi reforçada a necessidade de recompor as reservas obrigatórias, a fim de evitar problemas no curto prazo.
 

Uma sugestão é a criação de um “memorando de entendimento” para definir a contribuição transitória do banco e dos associados, o que traria mais estabilidade às contas da Cassi. Sem contar que permitiria que as partes se aprofundassem sobre pontos não consensuados em relação ao estatuto a ser apresentado para avaliação do corpo social.
 

Os representantes dos funcionários também apontaram questões importantes da reforma do Estatuto da Cassi que ainda não foram ajustados, como a definição sobre o custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil após 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados e as alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025, da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
 

O BB ficou de avaliar a recomposição das reservas e dar uma devolutiva na próxima negociação, que acontece no dia 23 de junho. 
 

Para o membro da CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil), Fábio Ledo, representante da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe na negociação, “a recomposição das reservas é de fundamental importância, para que possamos ter tranquilidade nas negociações a fim de superar as divergências e construir um modelo mais duradouro e que atenda às necessidades da Cassi e dos associados”. 

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