Sindicalismo classista, a força que defende a democracia

O diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, destacou que falar sobre sindicalismo é defender uma atuação voltada para toda a sociedade. Segundo ele, tanto o movimento sindical quanto a universidade são espaços crítico-reflexivos, de luta e resistência. Além disto, enfatizou que o futuro dos trabalhadores está diretamente ligado às disputas e decisões políticas.

Por Ana Beatriz Leal

A defesa de um sindicalismo classista, comprometido com um Brasil democrático e com a transformação social, reuniu a ASSUFBA, o Sindicato dos Bancários da Bahia e representantes da comunidade universitária na mesa "Sindicalismo, Universidade e Democracia: Um Olhar Crítico-Reflexivo Sobre o Momento Atual e os 80 anos da Universidade Federal da Bahia", realizada na tarde desta quinta-feira (09/07), durante a 11ª edição do Congresso da UFBA.

 

A atividade provocou a reflexão sobre a importância da organização dos diversos atores da sociedade na defesa da universidade pública, das garantias sociais e do Estado Democrático de Direito.

 

O diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, destacou que falar sobre sindicalismo é defender uma atuação voltada para toda a sociedade. Segundo ele, tanto o movimento sindical quanto a universidade são espaços crítico-reflexivos, de luta e resistência. Além disto, enfatizou que o futuro dos trabalhadores está diretamente ligado às disputas e decisões políticas.

 

Também foram debatidos temas como a valorização dos(as) Técnico(a)-Administrativos(as) em Educação, a luta pela democratização das universidades, as conquistas obtidas durante a greve dos servidores federais e a preservação da memória das lutas sociais como elemento fundamental para o fortalecimento da democracia.