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Por Rogaciano Medeiros

 

EXPLICA TUDO

Os títulos dos filmes expressam fielmente a grande diferença entre as duas personagens e os projetos que representam. Um se chama “Lula, o filho do Brasil”. Conta a origem pobre e o esforço do presidente para superar a pobreza. O outro é em inglês, Dark Horse, que significa O Azarão, reflete o caráter entreguista, o espírito vira-lata de Bolsonaro e dos bolsonaristas.

 

BASTA COMPARAR

Lula, em três governos, promoveu políticas sociais, garantiu comida para milhões de brasileiros famintos, afirmou a democracia e a soberania nacional. Bolsonaro, em apenas um trágico mandato, elevou a carestia, fez o Brasil voltar ao mapa da fome, permitiu mais de 700 mil mortes na pandemia e bateu continência para a bandeira dos EUA. A diferença é gritante.

 

LULA ESTADISTA

Prestígio de um, desprestígio do outro. Amanhã e quarta-feira Lula participa, em Evian, na França, da Cúpula do G7, que reúne EUA, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido, Japão e Itália. Em três governos, é a décima presença do presidente brasileiro, a maior de um chefe de Estado fora do grupo. Bolsonaro nunca participou nem foi convidado. Zero à esquerda.

 

DERROTA IMPERIAL

O fato de os EUA aceitarem o fim da guerra logo após terem retomado os ataques, permite duas ilações: o enfraquecimento do império na configuração do macro poder geopolítico no Oriente Médio e o aumento das pressões internas contra Trump, inclusive das elites que o sustentam. Israel também perde força. Momento bom para exigir o fim do genocídio palestino.

 

FRAUDE PERUANA

Fortes evidências de fraude na eleição presidencial do Peru, cujas elites são tão reacionárias quanto as brasileiras, com ajuda dos EUA, claro. Menos de 24 horas de encerrada a votação, cerca de 95% da apuração estavam concluídas com o candidato progressista Roberto Sánchez à frente. Aí o processo emperrou e a ultradireitista Keiko Fujimori passou à frente.

 

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