Bancário engajado e atento às negociações 

Enquanto os debates rolam nas negociações, o Sindicato dos Bancários da Bahia mantém a visita às agências para ampliar a mobilização e o engajamento da categoria. Para além disto, a conversa com a clientela é importante. A população também é vítima da ganância dos bancos, que atingiram lucratividade de R$ 124 bilhões em 2025, mas demitem, fecham agências, adoecem e negam direitos.

Por Ana Beatriz Leal

A campanha salarial é o ponto máximo da mobilização da categoria. O bancário está atento às movimentações do Sindicato, de olho nas agendas, resultados das negociações e, mais do que isto, consciente de que só com unidade é possível arrancar avanços dos bancos. Na próxima semana, algumas rodadas estão agendadas. 
 

Na terça-feira (14/07), a COE (Comissão de Organização dos Empregados) e a direção do Santander realizam a primeira negociação sobre a pauta específica, que foi aprovada no Encontro Nacional do Funcionários, no dia 19 de junho.
 

Igualdade de oportunidades, endividamento e monitoramento são os temas da terceira negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para a renovação da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho). O encontro acontece na quinta-feira (16/07), em São Paulo. 
 

Já na sexta-feira (17/07), negociação em dose dupla. A representação dos funcionários do Banco do Brasil e da Caixa voltam à mesa para a segunda rodada com as direções dos respectivos bancos em busca da renovação dos acordos específicos. 
 

Enquanto os debates rolam nas negociações, o Sindicato dos Bancários da Bahia mantém a visita às agências para ampliar a mobilização e o engajamento da categoria. Para além disto, a conversa com a clientela é importante. A população também é vítima da ganância dos bancos, que atingiram lucratividade de R$ 124 bilhões em 2025, mas demitem, fecham agências, adoecem e negam direitos.