Desemprego em queda. Melhor para o Brasil
taxa de desemprego no trimestre terminado em julho caiu ao menor patamar para o período e ficou em 5,3%.
Por Ana Beatriz Leal
Os esforços da democracia social têm feito com que o Brasil reduza o número de desocupados. Mais dinheiro circulando no bolso do trabalhador e na economia. A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho caiu ao menor patamar para o período e ficou em 5,3%. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O número de pessoas ocupadas bateu recorde e somou 103,3 milhões. Já o de empregados com carteira assinada, excluídos os trabalhadores domésticos, chegou a 39,4 milhões, o maior da série histórica.
Já os trabalhadores sem carteira assinada subiram 3,6% e totalizaram 13,8 milhões. No caso do contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, recuo de 8%. Isto significa 503 mil pessoas a menos.
O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762,00, redução de 0,7%, considerada estável pelo IBGE.


