Derruba o teto, Caixa

Na terça-feira (09/06), as entidades representativas realizam o Dia Nacional de Luta pelo fim do teto do Saúde Caixa.

Por Ana Beatriz Leal

A derrubada do teto estatutário do Saúde Caixa, hoje de 6,5% da folha de pagamentos, é uma reivindicação recorrente do movimento sindical. Para o plano, uma conquista histórica dos empregados, se manter sustentável, o banco precisa retirar o limite e aumentar a contribuição no custeio das despesas assistenciais e administrativas. 
 

Na terça-feira (09/06), as entidades representativas realizam o Dia Nacional de Luta pelo fim do teto. Este ano, as negociações com a instituição financeira serão gerais, inclusive sobre o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) específico do Saúde Caixa, o que pode representar dificuldades. 
 

As notícias que se avizinham não são boas. O banco deu a entender que vai apresentar uma proposta que, ao contrário de trazer alívio ao bolso, vai onerar ainda mais os empregados, com cobrança por faixa etária, o que quebra o pacto intergeracional e a solidariedade. Pilares fundamentais. 
 

A Caixa precisa retomar o modelo em que 70% dos custos são pagos pelo banco e 30% pelos empregados. Para tanto, a derrubada do teto é fundamental. É importante que os trabalhadores intensifiquem a pressão para arrancar uma mudança de posicionamento do banco. Afinal, trata-se de saúde.