No BNB, intransigência

A postura da instituição foi recebida com preocupação pelos representantes dos trabalhadores, que consideram essencial a valorização dos bancários por meio de uma negociação que contemple melhorias tanto na PLR quanto no PCR. Diante da falta de avanços, a mobilização nos estados deve continuar nas próximas semanas.

Por Caio Ribeiro

Uma PLR nos mesmos moldes do acordo de 2023. É assim que o BNB propõe o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados aos funcionários neste ano. Mais uma vez, a CNFBNB (Comissão Nacional dos Funcionários) negou durante a rodada de negociação realizada nesta quinta-feira (23/07). Pela Bahia e Sergipe, participaram Waldenir Brito, Jeane Marques e João Wellington.

 

Sobre o PCR (Plano de Cargos e Remuneração), a direção da empresa não apresentou qualquer avanço. Para agravar o cenário, informou que, neste momento, não tem condições de firmar acordos sobre os dois temas, sem detalhar o real motivo.

 

A postura da instituição foi recebida com preocupação pelos representantes dos trabalhadores, que consideram essencial a valorização dos bancários por meio de uma negociação que contemple melhorias tanto na PLR quanto no PCR. Diante da falta de avanços, a mobilização nos estados deve continuar nas próximas semanas.

 

Na Bahia e Sergipe, os funcionários devem participar de reunião virtual na segunda-feira (27/07), às 19h, para o detalhamento das informações. O encontro serve ainda para esclarecer dúvidas e discutir, de forma coletiva, os encaminhamentos da campanha. O link de acesso será divulgado em breve.

 

A orientação é para que todos participem e permaneçam mobilizados. A expectativa é que, a partir da análise conjunta do cenário, sejam definidas novas estratégias para fortalecer a luta por uma PLR justa, avanços no PCR e melhores condições para toda a categoria. 

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