Expectativa para a terceira rodada de negociação
Na terceira rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), na quinta-feira (16/07), o tema igualdade de oportunidades será colocado na mesa.
Por Ana Beatriz Leal
O sistema financeiro precisa ser inclusivo, garantir diversidade nos ambientes de trabalho e fortalecer as políticas de combate à discriminação. Na terceira rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), na quinta-feira (16/07), o tema igualdade de oportunidades será colocado na mesa.
Os bancos precisam promover condições mais justas de crescimento profissional para mulheres, pessoas negras, PCDs, LGBTQIA+ e outros grupos historicamente sub-representados. A categoria quer avanços concretos, que saiam do papel e sejam sentidos na prática.
Além disto, o movimento sindical também busca a construção de mecanismos que contribuam para a educação financeira e para a prevenção do endividamento. A política de juros, que se mantêm nas alturas, e a pressão econômica afetam os bancários.
A negociação também abre espaço para discutir o teletrabalho. É importante regulamentar as formas de controle adotadas pelos bancos. O Comando reivindica o fim do monitoramento excessivo e a garantia do respeito à privacidade dos empregados, além do fortalecimento do direito à desconexão, evitando que a jornada de trabalho ultrapasse os limites previstos na Convenção Coletiva de Trabalho.


