Brasil, menor mortalidade infantil em 34 anos
O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) afirma que os resultados estão diretamente ligados à expansão de políticas públicas de saúde, como os programas Saúde da Família, Agentes Comunitários e a ampliação da atenção básica.
Por Itana Oliveira
Dados mostram que o empenho em políticas públicas apresenta resultados concretos. Segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil atingiu, em 2024, os menores índices de mortalidade infantil em 34 anos.
A mortalidade neonatal caiu de 25, em 1990, para 7 a cada mil nascidos vivos, em 2024. Entre crianças menores de cinco anos, o índice passou de 63 para 14,2 por mil no mesmo período.
O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) afirma que os resultados estão diretamente ligados à expansão de políticas públicas de saúde, como os programas Saúde da Família, Agentes Comunitários e a ampliação da atenção básica.
O levantamento, no entanto, mostra uma questão crítica. Em 2024, mais de 2,1 milhões de jovens entre 5 e 24 anos morreram no mundo. No Brasil, a principal causa para a morte de meninos é a violência, dado que expõe a urgência nas questões de segurança pública. Entre meninas, doenças não transmissíveis são a principal causa.
A ONU reforça que investir em saúde infantil é uma das ações mais eficazes e econômicas. Medidas simples, como a vacinação, combate à desnutrição e acompanhamento médico, podem gerar alto retorno social e econômico.
