Emprego, um dos frutos da democracia social
Nos últimos 12 meses, entre julho de 2025 e junho de 2026, o crescimento estimado da geração de emprego foi de 2,1%, com a criação de 963.921 novos postos de trabalho.
Por Ana Beatriz Leal
No começo do atual mandato, Lula disse que plantaria desenvolvimento, geração de emprego, melhoria das condições salariais e no salário mínimo. E tem colhido ao longo do tempo. O Brasil abriu 145.161 vagas formais de trabalho em junho, acima, inclusive, da expectativa do mercado (115 mil postos).
De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo acumulado do primeiro semestre deste ano foi de 921.645.
Abertura de vagas nos cinco grupamentos de atividades econômicas. O setor de serviços liderou, com mais 74.514 postos. Na sequência, a agropecuária (22.898), Comércio (19.177, Indústria (14.438) e Construção (14.136).
Com o empenho da democracia social, o Brasil tem mantido em escala crescente o desempenho do mercado de trabalho. Diferentemente da época do governo Bolsonaro. A taxa de desemprego explodiu e chegou a 14,2% em 2021. Agora, com Lula, a história é outra.
Nos últimos 12 meses, entre julho de 2025 e junho de 2026, o crescimento estimado da geração de emprego foi de 2,1%, com a criação de 963.921 novos postos de trabalho.


