Violência contra mulher segue alarmante
O combate à impunidade e a promoção da igualdade de gênero também são medidas essenciais para reduzir os índices. Além disso, o enfrentamento a todas as formas de violência e discriminação são fundamentais para garantir dignidade, segurança e direitos às mulheres.
Por Caio Ribeiro
Mais de 50% das mulheres no mundo afirmam ter sofrido algum tipo de violência praticada por parceiros ou ex-parceiros. Os dados fazem parte de um estudo internacional divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que reforça a dimensão da violência de gênero como um grave problema de saúde pública e de direitos humanos.
A tortura psicológica é a forma mais frequente de agressão, seguida pelas violências física, moral, sexual e patrimonial. Muitas vítimas enfrentam episódios repetidos de abuso ao longo da vida, o que causa impactos profundos na saúde física e mental, além de prejuízos à vida social e profissional.
Especialistas alertam que o enfrentamento da violência contra as mulheres exige políticas públicas permanentes, fortalecimento da rede de proteção e ampliação dos canais de denúncia e acolhimento.
O combate à impunidade e a promoção da igualdade de gênero também são medidas essenciais para reduzir os índices. Além disso, o enfrentamento a todas as formas de violência e discriminação são fundamentais para garantir dignidade, segurança e direitos às mulheres.


