Equilíbrio mantido na Previ no primeiro trimestre

Importante ressaltar o papel da Previ para a economia nacional. Hoje a entidade paga por mês R$ 1,35 bilhão em benefícios para mais de 100 mil famílias, além de gerenciar R$ 272 bilhões em recursos dos cerca de 200 mil associados. 

Por Ana Beatriz Leal

Apesar dos impactos gerados pelas turbulências do mercado, o Plano 1 da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, fechou o primeiro trimestre deste ano com leve queda de 1,02%, registrando negativo de R$ 8,37 bilhões. 
 

Já quando se trata dos recursos acumulados, o Plano 1 encerrou o período com superávit de R$ 6,12 bilhões e um total de investimentos de R$ 232,04 bilhões. 
 

É bom frisar que os principais responsáveis pelo resultado do Plano 1 foram os recuos das ações da Vale, seja por causa da diminuição de 26% nos preços do minério de ferro, ou pelos noticiários sobre suspensão de licenças, passivos ambientais e sucessão do CEO. 
 

No caso do Previ Futuro, segundo principal plano da entidade, registrou queda de 0,03% por conta do desempenho menor das NTN-Bs (títulos públicos do Tesouro Direto mais conhecido como Tesouro IPCA+ com juros semestrais) e que representam 61% da carteira de ativos do plano. O patrimônio somou R$ 32,63 bilhões. 
 

Mesmo com o resultado do Previ Futuro, a entidade obteve rentabilidade melhor em relação aos planos de outros fundos semelhantes, nos períodos analisados de 12, 36 e 60 meses. 
 

Importante ressaltar o papel da Previ para a economia nacional. Hoje a entidade paga por mês R$ 1,35 bilhão em benefícios para mais de 100 mil famílias, além de gerenciar R$ 272 bilhões em recursos dos cerca de 200 mil associados. 
 

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