Movimento sindical cobra mudanças do Itaú
O Itaú adota uma estratégia agressiva de demissões e fechamento de agências. Em 12 meses, o banco eliminou 3.535 postos de trabalho, 916 apenas no último trimestre. No período, fechou 319 unidades físicas. A representação dos trabalhadores cobra mudanças, já que o banco não passa por qualquer tipo de crise.
Por Ana Beatriz Leal
O Itaú adota uma estratégia agressiva de demissões e fechamento de agências. Em 12 meses, o banco eliminou 3.535 postos de trabalho, 916 apenas no último trimestre. No período, fechou 319 unidades físicas. A representação dos trabalhadores cobra mudanças, já que o banco não passa por qualquer tipo de crise.
Para tratar destes e outros assuntos, representantes de federações e sindicatos de todo o Brasil se reúnem com a direção do Itaú, no dia 11 de março, às 10h, em São Paulo, para a primeira rodada da mesa de negociação permanente de 2026.
Também estão na pauta o programa de remuneração GERA, além do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) de Teletrabalho - proposta para controle de jornada. Antes, no dia 10, os membros da COE (Comissão de Organização dos Empregados) se encontram, às 14h, para preparar a atuação na negociação.
