COLUNA SAQUE
TÊM COERÊNCIA
Frases recentes e realistas: “A classe dominante é corrupta, autoritária e entreguista” (José Genoíno). “O tema da soberania pode ajudar Lula após invasão da Venezuela” (Paulo Nogueira). “Imperialismo é a lei do mais forte, que vem e rouba” (Alysson Mascaro). “EUA em decadência tornam-se mais perigosos”. (Juliane Furno). “Trump pode causar a III Guerra” (Jorge Folena).
MELHOR SAÍDA
O ocaso de um império lembra o fim de uma supernova, uma das explosões mais violentas do universo, com destruição total do que está ao redor. Vide o que está acontecendo com os EUA, em declínio inevitável e desespero bélico. Só que no Cosmos o processo é inexorável, enquanto na Terra, na civilização humana, é possível resistir, conter a lei do mais forte. O Brics é a saída.
HORROR IMPERIAL
Muita “coincidência”, a oposição iraniana promover ataques a instalações das forças de segurança, assaltos a bancos e caminhões de Bombeiros, assassinatos de policiais, incêndios de ônibus, atentados a prédios públicos e privados, justamente quando Trump ameaça novas agressões ao Irã. A insanidade do imperialismo pode custar à humanidade nova tragédia global.
VELHAS PRÁTICAS
Interessante, a observação do jornalista norte-americano Ben Norton, de que com a invasão da Venezuela e sequestro do presidente Nicolás Maduro, os EUA retomam práticas da Guerra Fria, da época da militarização do Cone Sul, na segunda metade do século passado. Ele cita a Operação Condor, consórcio das ditaduras latinas para prender e matar militantes de esquerda.
ORGULHO BRASIL
A democracia faz bem à arte, à criatividade humana. Não em vão, menos de um ano após Ainda estou aqui, dirigido por Walter Salles, ganhar o Oscar de melhor filme internacional, O agente secreto, com direção de Kleber Mendonça Filho, é premiado no Globo de Ouro 2026 como melhor filme em língua não inglesa. O cinema brasileiro bem na fita. Orgulho para o governo Lula.
