COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
SUPREMA DECISÃO
Mais pontos para o STF no quesito defesa da soberania nacional e do Estado democrático de direito, por proibir o encontro, na Papudinha, de Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, com Darren Beattie, assessor de Trump. O plano dos EUA é tentar interferir no resultado da eleição brasileira deste ano, a fim de eleger um vassalo do império. Suprema frustração.
MAIOR RELEVÂNCIA
Com as agressões ao povo iraniano pelos EUA e Israel, o alastramento do conflito no Oriente Médio, o risco de outra guerra mundial e a decisão do império de retomar com força a Doutrina Monroe - submissão da América Latina -, o encontro de Lula com Trump ganha ainda mais relevância para o Brasil, o Brics e todo Sul Global. O presidente brasileiro precisa estar bem preparado.
SOLUÇÃO FINAL
A declaração do presidente dos EUA nas redes sociais, de que é uma “grande honra” matar iranianos, expressa o pensamento de boa parcela das elites estadunidenses que o sustentam e em nada difere da concepção nazista de extinção dos judeus. A matança da população civil no Irã e o genocídio na Palestina são a “solução final” de Trump e Netanyahu. Mesma laia de Hitler.
DIFERENÇA GRITANTE
O imperialismo (EUA e Europa), no desespero perante o declínio inexorável, atingiu um nível de barbárie tamanho, ao ponto de Trump, que se acha dono do mundo, afirmar ser uma “honra” matar iranianos. Isto em uma guerra contra a milenar civilização persa, berço de um dos maiores e mais longevos impérios, conhecida por governar com respeito aos povos conquistados.
RISCOS NUCLEARES
Bons analistas internacionais como Jeffrey Sachs, nos EUA, Ronaldo Carmona, da ESG, e José Reinaldo Carvalho, do Cebrapaz, no Brasil, admitem que a humanidade pode estar assistindo o início da III Guerra, o que, necessariamente, não implica no uso de armas nucleares. Porém, com insanos fascinazistas como Trump e Netanyahu, o mundo corre sérios riscos.
