COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
CONTINUA LÍDER
Engana ninguém, a manobra da mídia corporativa, alinhada à agenda ultraliberal, ao fazer o maior “enxame” de que a corrida presidencial está empatada no 2º turno. Empate com diferença de 3 pontos percentuais só em pesquisa, tecnicamente. Em 2022, Lula venceu Bolsonaro, com a máquina do governo na mão, por 1,8%. Na eleição real, um voto decide.
VENCER NOVAMENTE
A manipulação da informação pela mídia tradicional, majoritariamente a serviço exclusivo dos donos do dinheiro, e nas redes sociais as fake news, que desnorteiam e confundem a população, têm dado uma sobrevida à extrema direita, aos bolsonaristas, sustentação política do ultraliberalismo. A eleição será apertada e a democracia social vai vencer. De novo, nas urnas.
MARCAS NOCIVAS
A afirmação e evolução do Estado democrático de direito dependem diretamente da superação de duas marcas nocivas da extrema direita. Uma é a agenda ultraliberal, porque a noção republicana exige socorro do Estado aos mais necessitados. A outra são as fake news, que precisam ser combatidas com rigor legal, pois desinformam e deformam, adulteram a cidadania.
ESTÁ COMPROVADO
O escândalo do Banco Master é mais uma prova concreta do quanto a autonomia do BC, efetivada no governo Bolsonaro, tem sido desastrosa para a democracia, para a República e a civilidade. Não dá para permitir que o mercado de capitais tenha pleno e absoluto controle da política monetária, sem prestar satisfação à sociedade. Uma violação à vontade das urnas.
CONTINUE ASSIM
O ex-presidente do PT, José Genoíno, diz que o campo progressista, por não encarnar o sistema, não deve se abraçar ao STF. Ele tem toda razão, no capitalismo quem manda é o capital. Só que diante do vale tudo criminoso dos bolsonaristas e da fraca mobilização popular, o Supremo tem sido a grande ferramenta contra o golpismo, o fascinazismo. Que continue assim.
