COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
MAIS VIOLENTA
A extrema direita acha que por ter o apoio de Trump pode cometer crimes, impunemente, e tem se tornado cada vez mais violenta, à vontade para espalhar fake news na eleição deste ano. Plutocrática, vai fazer de tudo para interromper o projeto de democracia social de Lula - bem-estar para o povo - e impor a agenda ultraliberal de Flávio: sem obrigação de ajudar os pobres.
MOBILIZAÇÃO JÁ
Ao que tudo indica, a maioria da direita descaradinha, que se diz liberal mas está sempre mancomunada com a extrema direita, caminhará com o clã Bolsonaro em nível maior do que em 2022. A reeleição da democracia social exige mobilização popular imediata, a todo vapor. Depender só do plano institucional está ficando perigoso. O campo progressista precisa acordar.
DÚVIDA ATROZ
Entre políticos experientes, muita dúvida se o TSE, na eleição deste ano sob a presidência de Nunes Marques e André Mendonça na vice, terá a mesma desenvoltura e firmeza demonstradas em 2022 pela dupla garantista Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski, no combate às fake news e outras artimanhas tentadas pelos bolsonaristas para fraudar o pleito.
SÚCIA UNIFICADA
O Estadão, que apoiou a ditadura, a farsa do impeachment de Dilma, a prisão sem provas de Lula e ajudou a eleger Bolsonaro em 2018, vem agora com a conversa fiada de que Flávio não unifica as elites. Ele é o candidato da extrema direita, não tem outro, e a direita de araque, que inclui o jornal paulista, também irá apoiá-lo para tentar derrotar a democracia social.
OUTRO GENOCÍDIO
Como as negociações de paz no Paquistão fracassaram, justamente por imposições absurdas dos EUA e Israel, em clara violação aos direitos internacionais e à soberania iraniana, a tendência é os dois países retomarem, com mais intensidade, os bombardeios, inclusive contra hospitais, escolas e residências. Repetem no Irã o genocídio que promovem na Palestina.
