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Por Rogaciano Medeiros

 

NO VIRALATISMO

Se Flávio Bolsonaro, como pré-candidato, se alia aos EUA para acabar com o Pix, patrimônio nacional hoje preponderante para a economia brasileira, especialmente para os pequenos e médios negócios, imagina o estrago que pode fazer ao patrimônio e à soberania do país como presidente da República. Transformaria o Brasil em protetorado estadunidense. Vira-lata.

 

BRASIL PRIMEIRO

Para se ter ideia do que está em jogo, ano passado o Pix movimentou mais de R$ 35,36 trilhões em mais de 300 milhões de operações, segundo o BC. Dinheiro que as empresas de cartão de crédito estadunidenses querem meter mão com a ajuda de Flávio Bolsonaro. Lula garante que enquanto for presidente não permitirá. O povo escolhe, nas urnas, entre Brasil ou EUA.

 

ACABA NÃO

Mesmo com toda arrogância imperial, parece difícil os EUA, com tarifaço ou qualquer outra ameaça, acabarem com o Pix. O importante agora é mostrar à sociedade que todas as agressões de Trump ao Brasil têm o patrocínio dos irmãos Eduardo e Flávio Bolsonaro. Expor a nocividade do clã para o país, para a soberania nacional, para os brasileiros.  

 

TARIFLÁVIO PIX

O ambiente virtual estimula a imaginação popular. Logo após os EUA anunciarem novo tarifaço contra produtos brasileiros, com ameaças para obrigar o governo Lula a acabar com o Pix, o que não vai acontecer, começou a circular nas redes sociais card com foto do presidenciável do PL, apelidado de “Tariflávio”. O povo sabe que ele pediu a Trump para punir o Brasil.

 

PODE ESQUECER

Os fatos reforçam. Mesmo com todas as adversidades enfrentadas, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) só desiste da candidatura a presidente se for cassado, o que hoje parece difícil com o TSE presidido pelo bolsonarista unes Marques. Ele segue candidato até o final, inclusive para manter a amília no comando político-eleitoral da extrema direita no Brasil.

 

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