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COLUNA SAQUE

Por Rogaciano Medeiros

 

CRIME MIDIÁTICO

Tidos na democracia liberal como freio e contrapeso aos poderes do Estado e econômico, em defesa da sociedade, os meios de comunicação não podem e nem devem tomar partido em eleições. Mas, de forma escandalosa, a mídia corporativa comete variados crimes de imprensa para tentar impedir a reeleição de Lula e favorecer candidatos da direitona, na maior impunidade.

 

PEQUENA PARTE

A agressão física de um cinegrafista da Globo, cujo nome foi mantido em sigilo, contra o repórter Igor Carvalho, do Brasil de Fato, pouco antes do debate da Band para o governo de São Paulo, domingo, é a ponta mínima do iceberg de fraude e violência política que a direitona tem praticado e vai continuar praticando, nesta eleição, para tentar evitar a reeleição de Lula.

 

VÍDEO MEDONHO

Ridículo, bem no estilo comédia pastelão medonha, o vídeo que circula na internet de Flávio, o presidenciável do PL, escrevendo carta a Bolsonaro por não ter conseguido visitá-lo no Dia dos Pais. O choro de um ator péssimo não convence ninguém, a não ser os teleguiados, sem falar na mentira de que tem construído “bons palanques nos estados”. É candidato de partido único.

 

EMBOTADO ANDRÉ

Nos meios jurídico e político, continua a repercutir, negativamente, é óbvio, a absurda afirmação do ministro André Mendonça, relator no STF dos escândalos Banco Master e Dark Horse (filme sobre Bolsonaro), de que “no Brasil não há segurança jurídica”. Contando, ninguém acredita. A soberba costuma embotar o raciocínio e matar o bom senso.

 

CENÁRIO BAIANO

Como tem ocorrido nas últimas eleições, Lula deverá obter mais de 60% dos votos válidos na Bahia. Para governador, embora as pesquisas apontem empate técnico, a tendência é Jerônimo (PT) se reeleger. Em 2022, Neto (UB) aparecia bem na frente, mas perdeu a disputa e o pleito só não foi definido no 1º turno por diferença de menos de 1 ponto percentual.

 

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