COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
SEM COMPARAÇÃO
Dois episódios que mostram como Lula está infinitamente mais preparado do que Flávio Bolsonaro para presidir o Brasil e oferecer bem-estar aos brasileiros: o almoço com Alcolumbre (Senado) e Motta (Câmara), o que mostra capacidade de articulação, de bem encaminhar a governabilidade, e a firmeza, lucidez e espírito republicano demonstrados na entrevista à Globo.
PRESIDENTE CÔNSCIO
Com exceção dos bolsonaristas raivosos e teleguiados, é consenso na sociedade que Lula se saiu extremamente bem na entrevista à Globo. Passou a imagem de um chefe de Estado e de governo experiente, cônscio das necessidades do Brasil e dos brasileiros, da importância de avançar no combate à pobreza e na defesa da soberania nacional. Falou como estadista.
IMPRENSA MARROM
Não surpreende a Globo transformar a entrevista com Lula em inquisição, porque sempre foi a conduta da emissora atacar a democracia social e todo projeto de cunho minimamente popular. Apoiou descaradamente Collor em 1989, ajudou a eleger Bolsonaro em 2018 e agora se empenha para fazer Flávio presidente. Como se dizia antigamente, “imprensa marrom”.
CANDIDATO SERVIDÃO
A participação de dirigentes do Itaú, Bradesco, Santander e Nubank em reunião com Flávio Bolsonaro, articulada por Marcelo Kayath, ex-diretor do Credit Suisse e eleitor declarado do presidenciável do PL, é mais uma comprovação de que a candidatura do senador existe justamente para servir ao sistema financeiro (rentismo) e ao agro (oligarquia rural). Mesma laia.
RELEMBRAR SEMPRE
Repetir para não esquecer. A corrida presidencial põe de um lado a democracia social de Lula, as políticas públicas, o combate à pobreza, a reindustrialização, a defesa da soberania nacional, a civilidade. Do outro, a plutocracia de Flávio Bolsonaro, o Estado como mero reprodutor do capital, o vale tudo, o povo que se vire. O Brasil quintal dos EUA. É a barbárie.


