Lula reafirma a valorização do salário mínimo
A medida assegura que o piso nacional tenha reajustes acima da inflação, acompanhando o crescimento da economia e garantindo ganhos reais ao longo do tempo.
Por Caio Ribeiro
A retomada da política de valorização do salário mínimo, conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recoloca no centro do projeto nacional a defesa da renda e das condições de vida da classe trabalhadora. A medida assegura que o piso nacional tenha reajustes acima da inflação, acompanhando o crescimento da economia e garantindo ganhos reais ao longo do tempo.
Essa política, construída a partir do diálogo com o movimento sindical ainda nos primeiros governos Lula, foi responsável por uma transformação profunda no país. Durante os períodos em que esteve em vigor, o salário mínimo ganhou poder de compra, ajudou a reduzir desigualdades e fortaleceu o mercado interno. Já nos anos em que foi abandonada, o resultado foi o enfraquecimento da renda e o aumento das dificuldades para milhões de famílias.
Sem a política de valorização, o salário mínimo atual seria de apenas R$ 830, destacou o ministro Luiz Marinho, que afirmou que o valor está aquém do esperado. “Precisamos pensar nas próximas reformas, e uma delas é a reforma da renda”, ressaltou, lembrando a importância de políticas que mantenham ganhos reais para trabalhadores e trabalhadoras.
Sem esta norma, o salário mínimo atual seria significativamente menor, comprometendo não apenas quem recebe diretamente este valor, mas também aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais. O piso nacional funciona como referência para grande parte da economia, e sua desvalorização afeta toda a sociedade.
Ao garantir aumentos reais, o governo Lula reforça um modelo de desenvolvimento baseado na inclusão social. Mais renda significa mais consumo, mais atividade econômica e mais empregos, criando um ciclo virtuoso que beneficia trabalhadores e trabalhadoras de diferentes categorias.
