Depois de longa espera, começa a 12ª mesa de negociação

Rejeitada na mesa, a última proposta apresentada pela Fenaban previa reajuste total de 2,57% para salários e demais verbas (62% da inflação, uma perda salarial de 1,50% da categoria), com exceção dos vales alimentação e refeição, que seriam reajustados, respectivamente, pela inflação de alimentos em domicílio, medida pelo IPCA, que tem uma estimativa de 2,99% para a data base da categoria; e pela inflação da refeição fora do domicílio, também medida pelo IPCA, em 4,5%.

Por Ana Beatriz Leal

Os banqueiros não cansam de pirraçar. Após longa espera por parte do Comando Nacional dos Bancários, a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) voltou à mesa de negociação por volta das 15h30, nesta quinta-feira (27/08).
 

É a 12ª rodada. Na negociação desta quarta-feira (26/08), a Federação apresentou propostas rebaixadas, abaixo da inflação, sem mudança no índice de reajuste em relação à última proposta apresentada na terça-feira (25/08). 
 

Rejeitada na mesa, a última proposta apresentada pela Fenaban previa reajuste total de 2,57% para salários e demais verbas (62% da inflação, uma perda salarial de 1,50% da categoria), com exceção dos vales alimentação e refeição, que seriam reajustados, respectivamente, pela inflação de alimentos em domicílio, medida pelo IPCA, que tem uma estimativa de 2,99% para a data base da categoria; e pela inflação da refeição fora do domicílio, também medida pelo IPCA, em 4,5%.
 

Em relação à PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a proposta previa o reajuste de 2,57% apenas para o teto básico da categoria, o que impactaria cerca de 35 mil trabalhadores, apenas.