Encolhimento também na Bahia
A Bahia não escapa da política de cortes. Desde 2016, o Estado perdeu 339 agências, 46 apenas no último ano.
Por Rose Lima
A Bahia não escapa da política de cortes. Desde 2016, o Estado perdeu 339 agências, 46 apenas no último ano. Em muitos municípios, resolver qualquer questão bancária exige viajar para outra cidade.
O impacto vai além do cliente. O fechamento reduz a circulação de pessoas, enfraquece o comércio e esvazia centros urbanos. Enquanto isso, os bancos investem pesado em formatos seletivos, como agências-conceito e atendimento personalizado voltado para clientes de alta renda.
É uma reconfiguração do sistema financeiro que prioriza rentabilidade e segmentação. Na outra ponta, milhões de brasileiros ficam com acesso limitado, precarizado ou simplesmente inexistente.
