Forró dos Bancários celebra a cultura nordestina e fortalece os laços da classe

O tradicional Forró dos Bancários reuniu, trabalhadores da ativa, aposentados, seus familiares e amigos no Armazém Convention, em Lauro de Freitas, em uma celebração marcada pela valorização da cultura nordestina e pelo fortalecimento dos laços entre a categoria.

Por Caio Ribeiro

O tradicional Forró dos Bancários reuniu, no último sábado (30/05), trabalhadores da ativa, aposentados, seus familiares e amigos no Armazém Convention, em Lauro de Freitas, em uma celebração marcada pela valorização da cultura nordestina e pelo fortalecimento dos laços entre a categoria. Com shows de Del Feliz, Júlio César, Léo EstakaZero e Trio Harmonia, a festa promoveu uma noite de confraternização que foi muito além do entretenimento.

 

 

Em uma classe que convive diariamente com a pressão por metas, reestruturações e desafios relacionados à saúde mental, momentos de encontro como esse ganham ainda mais importância. O Forró dos Bancários se consolidou ao longo dos anos como um espaço de convivência capaz de aproximar colegas de diferentes instituições, integrar aposentados e ativos para reforçar o sentimento de pertencimento entre os trabalhadores.

 

 

Para a bancária do Banco do Brasil, Liliane Ferreira, o evento representa justamente essa união. Segundo ela, a festa proporciona um momento de integração entre profissionais de diferentes bancos, permitindo que todos se encontrem em um ambiente de descontração e alegria.

 

 

A possibilidade de reencontrar colegas fora do ambiente corporativo também foi destacada pela bancária do Bradesco Taís Oliveira. Para ela, um dos principais benefícios do evento é a oportunidade de deixar as pautas do trabalho de lado e fortalecer relações construídas ao longo da carreira.

 

 

O aspecto coletivo da festa foi ressaltado pela aposentada do Bradesco Edna Casass, que definiu o Forró dos Bancários como um espaço de reencontro e fortalecimento. Ela destacou ainda a importância de manter o contato entre aposentados e trabalhadores da ativa, preservando a história e a identidade do movimento bancário.

 

 

Além da confraternização, a festa reafirmou a força das tradições juninas. Entre os participantes, o consenso era de que não pode faltar o essencial: música, comida típica e animação. A bancária Karina Pastor resumiu a combinação perfeita para um bom São João: “um bom forró e um bom licor”. Já Ednaldo Ferreira do Banco da Bahia, destacou a importância da animação e das comidas típicas para manter viva a essência da celebração.

 

 

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Elder Perez, a edição deste ano teve um significado ainda mais especial por reunir também bancários do interior da Bahia e de Sergipe, que participavam da 28ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e de Sergipe. Para ele, a festa reafirma um princípio que acompanha a atuação sindical: a defesa dos direitos da categoria caminha lado a lado com a valorização dos espaços de convivência e bem-estar.

 

 

Mais do que uma tradicional comemoração junina, o Forró dos Bancários mostra que preservar a cultura local, estimular o lazer e fortalecer os vínculos entre os trabalhadores também são formas de construir uma categoria mais unida e fortalecida para os desafios do dia a dia.