Igualdades de oportunidades na mesa

O Comando Nacional dos Bancários vai reivindicar à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) igualdade salarial e de oportunidades para mulheres, negros e negras, pessoas neurodivergentes e LGBTQIA+.

Por Ana Beatriz Leal

As bancárias recebem, em média, 18,4% menos do que os homens e, desde 2020, concentraram cerca de 80% das vagas eliminadas no setor bancário. Entre as mulheres negras, a desigualdade é ainda maior. Ganham, em média, 37,7% menos do que os bancários brancos. O assunto chega à mesa de negociação da campanha salarial nesta quinta-feira (16/07).
 

O Comando Nacional dos Bancários vai reivindicar à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) igualdade salarial e de oportunidades para mulheres, negros e negras, pessoas neurodivergentes e LGBTQIA+.
 

Os trabalhadores devem receber salários iguais para funções equivalentes, independentemente de sexo, raça, orientação sexual ou qualquer outra condição. 
 

A diferença no bolso vai além. A falta de oportunidades de crescimento profissional, principalmente entre as mulheres, perpetua a desigualdade e, por consequência, a discrepância salarial. 
 

A representação da categoria luta para que critérios para promoção e desenvolvimento na carreira sejam aplicados de forma justa e igualitária, com garantias de mesmas possibilidades de crescimento dentro dos bancos.