Nos bancos, várias queixas

Bradesco, Itaú e Santander, que compõem a lista, adoram a política do horror e da exclusão. Apesar de cobrar taxas e tarifas exorbitantes, demitem e sobrecarregam funcionários remanescentes, fecham agências e deixam clientes desassistidos. Só o lucro importa. 

Por Ana Beatriz Leal

Quando se trata dos bancos, é como se diz no bom baianês: várias queixas. Mas, neste caso, é também no sentido literal. O sistema financeiro acumula milhares de reclamações no quarto semestre de 2025. PicPay, C6 e Bradesco figuram no topo da lista. 
 

Em primeiro lugar aparece o PicPay, com 3.718 queixas procedentes, com índice de 55,52, que considera a relação entre o número de demandas e o de clientes. São 66,9 milhões de correntistas. 
 

O banco C6, com uma clientela de 33,4 milhões, registrou 1,7 mil reclamações, com índice de 51,92. No terceiro lugar, o Bradesco, que possui 100,4 milhões de clientes, recebeu 4,8 mil reclamações (43,89). 
 

Entre os grandes bancos tradicionais, também aparecem o Itaú (36,24) e o Santander (27,29). As denúncias reforçam a tática do sistema financeiro. Captam clientes, exploram, sugam tudo que podem, mas negligenciam o serviço.
 

Bradesco, Itaú e Santander, que compõem a lista, adoram a política do horror e da exclusão. Apesar de cobrar taxas e tarifas exorbitantes, demitem e sobrecarregam funcionários remanescentes, fecham agências e deixam clientes desassistidos. Só o lucro importa.