A empresa adoece. O Estado trata

Por conta do aumento da demanda por atendimento em saúde mental, o SUS (Sistema Único de Saúde) tem apostado no treinamento de profissionais da atenção básica para atender e acompanhar casos leves e moderados de doenças de cunho psíquico. 

Por Ana Beatriz Leal

Apesar do aumento exponencial de casos de ansiedade e depressão ter forte ligação com o trabalho, quem acaba pagamento preço é o Estado. Por conta do aumento da demanda por atendimento em saúde mental, o SUS (Sistema Único de Saúde) tem apostado no treinamento de profissionais da atenção básica para atender e acompanhar casos leves e moderados de doenças de cunho psíquico. 
 

O objetivo não é substituir especialistas, mas ampliar a capacidade de cuidado nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Com formação, protocolo e supervisão adequadas, os profissionais vão poder fazer o acolhimento qualificado e intervenções capazes de evitar o agravamento do quadro e reduzir a pressão sobre ambulatórios e Caps (Centros de Atenção Psicossocial).
 

O programa é coordenado pela ImpulsoGov, organização sem fins lucrativos, em parceria com governos, capacita os profissionais do SUS.