Eleições da Cassi: futuro em jogo

Entre as defesas está a retomada do caráter solidário e coletivo da Caixa de Assistência.

Por Julia Portela

A saúde dos funcionários do Banco do Brasil está no centro da disputa política que define o futuro da Cassi. A tentativa de submeter a Caixa de Assistência à lógica do mercado e da contenção de custos produz consequências concretas: redução da rede credenciada, aumento da coparticipação, dificuldades de reembolso e demora na autorização de exames e procedimentos.

 

 

Crescem as queixas sobre falta de especialistas e entraves na liberação de cirurgias e tratamentos, inclusive em casos oncológicos e de TEA, evidenciando um modelo que transfere a conta para quem construiu e sustenta o plano. A situação precisa mudar e este é um dos lemas das chapas 2 e 55 nas eleições para a Diretoria e conselhos Deliberativo e Fiscal da Cassi.

 

 

Entre as defesas está a retomada do caráter solidário e coletivo da Caixa de Assistência. A proposta aponta para uma gestão transparente, sustentável e centrada nos participantes, com fortalecimento do modelo assistencial, ampliação da APS (Atenção Primária à Saúde) e da ESF (Estratégia Saúde da Família), qualificação da rede credenciada e rigor na aplicação dos recursos.

 

 

Por tudo isso, o Sindicato reafirma apoio às chapas 2 e 55. A votação acontece entre os dias 13 e 23 de março, por meio eletrônico (https://hotsites.cassi.com.br/eleicoes2026/index.html). A participação é fundamental.