Caixa precisa proteger vítima de violência
O movimento sindical ainda aguarda retorno da Caixa sobre o aperfeiçoamento dos mecanismos de proteção às empregadas vítimas de violências doméstica e no ambiente de trabalho. Por isto, cobrou do banco respostas às reivindicações apresentadas na negociação, realizada no último dia 31.
Por Ana Beatriz Leal
O movimento sindical ainda aguarda retorno da Caixa sobre o aperfeiçoamento dos mecanismos de proteção às empregadas vítimas de violências doméstica e no ambiente de trabalho. Por isto, cobrou do banco respostas às reivindicações apresentadas na negociação, realizada no último dia 31.
A CEE (Comissão Executiva de Empregados) já havia sinalizado a necessidade de melhorar as ferramentas e as normas que regulamentam a utilização dos instrumentos previstos na CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) e no ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) da Caixa.
As empregadas não podem, de maneira nenhuma, ter prejuízos. Em muitos casos, o que acontece é que a mulher que está passando por uma situação difícil prefere ser transferida, ainda que fique sem função, para fugir do risco.
A representação das trabalhadoras cobra ainda melhorias no programa Acolhe, além da divulgação de números concretos e encaminhamentos para os casos de denúncia de assédio e violência doméstica.
Entre as principais demandas apresentadas à Caixa estão a garantia de que as mulheres vítimas não tenham perda de renda, agilidade na análise e execução dos pedidos, soluções para casos em que a violência é cometida por outro empregado da Caixa e exigem medidas protetivas, além de alternativas para situações em que a agressão parte dos clientes.


