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Por Rogaciano Medeiros 


RAIZ ENTREGUISTA
Terça-feira, 21 de abril, é feriado nacional, a Inconfidência Mineira completa 234 anos da traição de Silvério dos Reis à luta de libertação. Um fato político, social e histórico que define bem o caráter das elites nativas, sempre entreguistas e golpistas. Em 1792 para servir Portugal, hoje os EUA. Qualquer semelhança com o clã Bolsonaro não é mera coincidência.

 

FLÁVIO SILVÉRIO
É como afirma a manchete do jornal diário O Bancário sobre a Inconfidência Mineira: “Bolsonaristas reproduzem o traíra Silvério”. O que Flávio Bolsonaro faz hoje, ao apoiar o tarifaço de Trump e pedir para os EUA bombardearem o Brasil, repete 21 de abril de 1792, quando Silvério dos Reis traiu o movimento de independência e levou Tiradentes à forca.

 

TOLA EUFORIA
Os bolsonaristas, desde os chefões espertos até os mais tolos, os teleguiados, chamados de “gado”, estão “crentes e rentes” que vão eleger Flávio presidente. Se sentem encorajados com o apoio de Trump e eufóricos com as pesquisas de momento. Um dos erros fatais na política, principalmente em eleição, é “viajar na maionese” e comemorar antes da hora certa.

 

DROGAS VIRTUAIS
Estudo da LCA Consultoria, segundo o qual os gastos das famílias brasileiras com apostas online (0,46%) se aproximam das bebidas alcoólicas (0,5%), acende o sinal vermelho e mostra que as bets são tão nocivas para a vida em sociedade quanto o alcoolismo. As big techs também. Drogas viciantes do ultraliberalismo que os bolsonaristas tanto defendem. Faturam fortuna.

 

ELEIÇÃO DECISIVA
Mundos diametralmente opostos na disputa das urnas. A reeleição de Lula representa a evolução da democracia social, a redução das desigualdades, a superação da pobreza, a afirmação da cidadania. Se der Flávio Bolsonaro, será o governo dos ricos, o fim das políticas públicas, a servidão aos EUA, o império das big techs, das bets e dos bancos. A lei do mais forte, como fez o pai.

 

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