COLUNA SAQUE
REQUISITO VITAL
Para o campo progressista, o grau de dificuldade na eleição deste ano se mostra maior. No plano institucional, o TSE estará sob comando de Nunes Marques e André Mendonça, indicados por Bolsonaro, críticos da ação penal da trama golpista. No STF, Edson Fachin, entusiasta da Lava Jato. A saída está na política, daí a importância da mobilização popular para a reeleição de Lula.
ALÉM BOLSONARO
Apesar das brigas públicas entre os bolsonaristas, as elites parecem mais unificadas para a eleição deste ano do que em 2022. A extrema direita não se resume ao clã Bolsonaro. Na reta final, a direitona, inclusive os liberais de araque, estarão todos juntos para tentar interromper o projeto de democracia social e entregar o Brasil aos EUA, como Flávio já prometeu. Viralatismo.
VASSALO FLÁVIO
O mal que as desinformações das big techs causam à soberania nacional, ao sentimento de brasilidade, fica evidente no fato de ainda ter quem vote em Flávio Bolsonaro (PL) para presidente, apesar de ele ter apoiado o tarifaço de Trump contra o Brasil, prometer doar aos EUA as terras raras e o petróleo brasileiros. Merece é cadeia, por alta traição, nunca o voto do povo.
RELES VENDILHÕES
Qualquer análise séria classifica como crime de lesa-pátria a venda para os EUA, articulada pelo ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), da única mina brasileira de terras raras, localizada em Goiás. Isto em um momento quando as grandes potências se digladiam por minerais críticos. Os bolsonaristas se dizem “patriotas”, mas na verdade são os maiores vendilhões da pátria.
URNAS SALVAM
As críticas de Cláudio Andrade, da Polo Capital, executivo do sistema financeiro, à política monetária, classificando como “erro grotesco” a Selic em 14,75%, deixam claro que politicamente o governo é progressista, mas na macro economia ainda não conseguiu se desvencilhar dos grilhões ultraliberais. Nova vitória nas urnas o deixará com mais autonomia e força.


