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COLUNA SAQUE

Por Rogaciano Medeiros 

 

GERA DÚVIDA
Fora da bolha bolsonarista, sempre insana e raivosa, o que mais se ouve nas ruas e nas avaliações políticas de analistas sérios é o fato de o relator do caso Master no STF, André Mendonça, autorizar busca e apreensão contra Wagner - se há indícios tem mesmo de ser investigado -, mas nada fazer com Flávio Bolsonaro, flagrado pedindo dinheiro a Vorcaro, preso pela PF.


 
ATENÇÃO PLENA
O campo progressista precisa estar bem atento e tomar todas as providências possíveis porque duas instâncias de poder com força para fazer a diferença no resultado da eleição deste ano estão sob controle de ministros do STF indicados por Bolsonaro. Kássio Nunes Marques na presidência do TSE e André Mendonça na relatoria do caso Master. “Seguro morreu de velho”.


 
BANCADA SUPREMA

Na política não há coincidência nem neutralidade nas decisões. Os fatos comprovam. O presidente do TSE, Nunes Marques, censurou pesquisa da AtlasIntel, mostrando a queda de Flávio, enquanto o relator do caso Master, André Mendonça, mira Wagner e poupa o presidenciável do PL. Bolsonaro, ao indicar os dois como ministros, falava em formar bancada no STF.


 
SEMPRE FARSANTES

A canalhice dos escrevinhadores bolsonaristas da mídia corporativa não tem limite. Querer comparar as suspeitas contra o senador Jaques Wagner (PT-BA) com o flagrante de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo dinheiro para o banqueiro Daniel Vorcaro é muita desfaçatez, própria da extrema direita, que só faz política com fake news. É tratar os brasileiros como imbecis.


 
SERIA MELHOR
Embora nada haja de concreto para afirmar que Jaques Wagner foi beneficiado com o dinheiro sujo do banqueiro bolsonarista Daniel Vorcaro, do Banco Master, ele deveria ter renunciado à liderança do governo no Senado tão logo as acusações vieram a público. Não significaria confissão de culpa. Pelo contrário, sairia por cima. Pior é sofrer pressão da base governista.

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