COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
CHAMA MORAES
O caso do filme Dark Horse, O Azarão, sobre Bolsonaro, inventado para ajudar eleitoralmente o clã e fazer caixa 2 para a corrida presidencial deste ano, que tem Flávio candidato, está no ritmo daquela célebre música do Carnaval baiano, “Parou por quê?”, de Moraes Moreira, xará do também famoso ministro do Supremo. O relator no STF é André Mendonça.
DIREITO INALIENÁVEL
O silêncio que passou a predominar no escândalo do Banco Master, do bolsonarista Daniel Vorcaro, em acerto para delação premiada, é tamanho que a população fica sem saber se as investigações estão paradas ou se há alguém com poder supremo para abafar o caso. A sociedade tem o direito constitucional de ser informada dos fatos. O sigilo atrofia a democracia.
HESITAÇÃO ATROZ
A rigor, diante do flagrante de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela PF por rombo financeiro, o presidenciável do PL merecia, pelo menos, investigação rigorosa, ação para perda do mandato e processo no Conselho de Ética. Infelizmente, Mendonça (STF), Kássio (TSE) e Alcolumbre (Senado) não estão convencidos disto.
FLÁVIO SORTUDO
O presidenciável do PL não pode se queixar da sorte. Até agora, apesar de todos os crimes cometidos, como alta traição no apoio aos tarifaços de Trump contra o Brasil e os brasileiros, relação suspeita com banqueiro criminoso e até foto sem camisa com o sicário (matador de aluguel) de Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro continua livre o solto, fazendo novas ameaças. Sortudo.
PRESSÃO POPULAR
De nada adianta ficar só reclamando e condenando o presidente do Senado por não ter votado o fim da escala 6x1 antes do recesso. A PEC só será aprovada com povo na rua, para os senadores sentirem a pressão popular. Até porque, Davi Alcolumbre (UB-AP) ameaça só colocar em votação depois da eleição, o que significaria a sentença de morte da proposta. Acorda, Brasil.


