Emprego bancário preocupa movimento sindical
As entidades sindicais tomaram conhecimento do levantamento com as principais informações sobre o emprego no setor financeiro nos dois estados. De acordo com os dados, em 2012 os bancários representavam 61%. Em 2024, o percentual caiu para 42%. Na base da Feeb, o índice saiu de 69% para 65%.
Por Ana Beatriz Leal
O enxugamento e a fragmentação da categoria preocupam o movimento sindical. Houve aumento de outros segmentos, como os financiários, securitários e funcionários de cooperativa de crédito. Para discutir a questão, a Federação da Bahia e Sergipe e as entidades sindicais filiadas, como o Sindicato dos Bancários da Bahia, se reuniram com a diretora da Contraf Magali Fagundes e o economista do Dieese Gustavo Carvazan.
As entidades sindicais tomaram conhecimento do levantamento com as principais informações sobre o emprego no setor financeiro nos dois estados. De acordo com os dados, em 2012 os bancários representavam 61%. Em 2024, o percentual caiu para 42%. Na base da Feeb, o índice saiu de 69% para 65%.
A pesquisa também revela que na Bahia e Sergipe os bancos públicos respondem por 60% das agências. Caixa, Banco do Brasil e BNB atuam, entre outras coisas, para garantir crédito para os clientes e presença em municípios menores e mais distantes, diferentemente dos privados.
Durante o encontro, que também contou com a participação de dirigentes dos sindicatos de Camaçari, Jequié, Irecê e Oeste da Bahia, foi reforçada a necessidade de o movimento sindical ampliar o diálogo com outros trabalhadores do setor financeiro para garantir melhores condições de trabalho e salário.
