Inconfidência Mineira: para não repetir o passado
Em um ano eleitoral, fica o convite à reflexão para os brasileiros, se preferem ficar ao lado dos traidores, como Judas, Brutus e Joaquim Silvério dos Reis, ou de quem defende a nação e os interesses reais dos brasileiros.
Por Ana Beatriz Leal
A história do herói nacional Tiradentes, que morreu no dia 21 de abril de 1792, durante a Inconfidência Mineira, prestes a completar 234 anos, serve para que a sociedade aja, a fim de não permitir que o presente e o futuro repitam o passado. Os fatos mostram a importância de a independência e a soberania nacional estarem sempre protegidas e resguardadas.
Se em 1792 Joaquim Silvério dos Reis traiu Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, hoje os bolsonaristas, ou seja, a extrema direita, agem para rifar o Brasil. Um entreguismo vergonhoso, digno dos que não se importam de carregar a alcunha de traidores, embora seja digam “patriotas”.
O apoio ao presidente dos EUA, Donald Trump, que resultou no tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros, à PEC da Blindagem, cujo objetivo era dar impunidade a criminosos, como os golpistas, a permissão de uma base militar americana no Brasil e a oferta das terras raras à ultradireita nos Estados Unidos são exemplos de tramas e planejamentos dos que vivem para servir a metrópole, hoje os Estados Unidos, e não têm nenhum compromisso com a soberania nacional, como o senador Flávio Bolsonaro, que chegou ao cúmulo de pedir a Trump para bombardear a Baía de Guanabara.
Em um ano eleitoral, fica o convite à reflexão para os brasileiros, se preferem ficar ao lado dos traidores, como Judas, Brutus e Joaquim Silvério dos Reis, ou de quem defende a nação e os interesses reais dos brasileiros. Karl Marx já dizia que quando a história se repete, a primeira vez é como tragédia e a segunda como farsa.
Em 1792, a Inconfidência Mineira, movimento de independência em relação a Portugal traído por Silvério dos Reis, hoje os bolsonaristas tentam repetir a traição para entregar o Brasil aos Estados Unidos. A decisão não é difícil.
