Após três anos da tentativa golpista, Brasil ainda luta pela democracia
Naquele domingo de 2023, ativistas de extrema direita, orientados por ex-ministros e militares do governo Bolsonaro, invadiram e quebraram tudo que encontraram pela frente nos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. As cenas de terrorismo foram acompanhadas em tempo real por todo o país via a mídia tradicional e redes sociais.
Por Itana Oliveira
Há três anos, em 8 de janeiro, o Brasil assistu um dos episódios mais graves da sua história recente. Uma tentativa de ruptura institucional, articulada por membros influentes do governo anterior, com o ex-presidente Bolsonaro como líder, a qual colocou em sério risco o Estado Democrático de Direito no Brasil.
Naquele domingo de 2023, ativistas de extrema direita, orientados por ex-ministros e militares do governo Bolsonaro, invadiram e quebraram tudo que encontraram pela frente nos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. As cenas de terrorismo foram acompanhadas em tempo real por todo o país via a mídia tradicional e redes sociais.
O plano era estabelecer o caos e o tumulto para justificar uma intervenção militar. Felizmente fracassou e hoje todos os culpados já foram condenados pelo STF e estão presos ou a caminho da prisão.
Pois é, nesta quinta-feira (08/01) a data volta ao centro do debate nacional como um marco de reafirmação da democracia e para comprovar à sociedade que o crime não compensa. Em Brasília, um ato em defesa do Estado Democrático de Direito será realizado em frente ao Palácio do Planalto.
A concentração está prevista para às 8h e contará com esquema especial de segurança e controle de acesso. A Praça dos Três Poderes segue em reforma, o que motivou a mudança do local.
Além dos atos populares, o dia será marcado por cerimônia oficial no Palácio do Planalto, com a presença de Lula, e por atividades com o intuito de reforçar a importância da preservação das instituições democráticas.
